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| OMAR
LUIZ DE BARROS FILHO |
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É jornalista e cineasta.
Como diretor da Laser Press Comunicação,
tem desen-volvido trabalho de consultoria junto
a insti-tuições públicas, não-gover-namentais
e empresas, com ênfase na área de comunicação
e responsa-bilidade social.
Como consultor de negócios na área
cultural e de comunicação prestou
serviços para os seguintes clientes: Siemens;
Grupo Ultra; Autolatina; Calçados Ortopé;
Fundação Banco do Brasil; Grupo Votorantim;
Lideroil; Chocolates Prawer; Varig; Comagril Veículos
e Máquinas Agrícolas (PR); Savana
Veículos (PR); Consórcio Casagrande
(PR); Transportes Marili (PR); Azulejos Eliane (SC);
Tom Brasil Produções Musicais; Nacked
e Associados e Fundação Integrar (DF).
Na área ambiental, foi membro do Conselho
Administrativo do Instituto Internacional de Ecologia
da Amazônia, em Rondônia e diretor do
Consórcio Internacional Guaporé/Iténez,
para a Gestão Compartilhada do Parque Estadual
Corumbiara, com financiamento do Banco Interamericano
de Desenvolvimento (BID).
Foi um dos fundadores do Corredor Internacional
Ecológico do Vale do Guaporé/Iténez,
em conjunto com organizações sociais
bolivianas e brasileiras e ainda ONU, PNUD, BID,
governos estaduais de Rondônia, Mato Grosso,
e provincial de Santa Cruz de La Sierra.
Na imprensa, atuou como repórter nos jornais
Folha da Manhã, da Companhia Jornalística
Caldas Junior, no Jornal da Tarde e O Estado de
São Paulo. Foi editor do jornal cultural
Versus, em São Paulo. Colaborou com a revista
Intercontinental Press, dos Estados Unidos, e foi
chefe do Bureau Centro Americano da Revista Correspondência
Internacional, de Paris.
Obras publicadas
Omar Luiz de Barros Filho é autor
de Bolívia – Vocação
e Destino, Ed. Versus, e co-autor de Um Fuzil para
Ana Guadalupe - A Guerra Civil em El Salvador, Ed.
Brasiliense, também publicado em espanhol
pela Editorial Pluma, de Bogotá, Colômbia.
Foi editor de Nicarágua Guerrilheira –
Os Anjos Morrem na Estrada, Ed. Versus e tradutor
para português do livro Terra ou Morte, de
Hugo Blanco, do Peru.
Foi diretor da Coleção Testemunhos,
sobre a América Latina e África, co-edições
das Editoras Versus e Global.
Coordenou a edição de China x Vietnã
– Revolução Chinesa e Indochinesa,
e de Irã, a Guerra do Petróleo, Ed.
Versus.
Prêmios
Prêmio da Associação Riograndense
de Imprensa (ARI), com a reportagem em série
As Crianças que a Cidade Não Quer
na Rua, publicada na Folha da Manhã, em Porto
Alegre, com o repórter Caco Barcelos.
Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos,
do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo,
com a reportagem Carta de um Torturado ao Presidente
Geisel, publicada no jornal Versus.
No cinema
Diretor de Adyós General, média-metragem,
em 16mm, premiado no Rio Cine Festival e apresentado
como Hors Concours no Festival de Gramado.
Diretor de Viva a Morte, curta-metragem em 35mm,
prêmio de Melhor Direção e Melhor
Ator no Festival de Gramado.
Autor de documentários sobre a realidade
brasileira para a TV nacional e internacional.
Organizador responsável pela V Mostra de
Cinema Internacional de Porto Alegre.
Participante convidado da Mostra Brasileira de Cinema
de Invenção.
Prêmios como cineasta
Prêmio Jeca Tatu, da Academia Brasileira de
Letras, por nove filmes de divulgação
cultural.
Prêmio no Salão das Propaganda Gaúcha,
pela melhor campanha do ano, com a série
Nove Talentos Gaúchos.
Prêmio Colunistas, do Diário Popular,
de São Paulo, pela campanha Nove Talentos
Gaúchos.
Prêmio Marcus Pereira, do Diário Popular,
de São Paulo, pela campanha Nove Talentos
Gaúchos.
Lâmpada de Prata do Festival de Cinema Publicitário
do Rio de Janeiro com o filme Rita.
Prêmio Profissionais do Ano, etapa regional,
da Rede Globo de Televisão, com o filme O
Trem, pela direção e produção.
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